Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024 (Segunda-feira)
A Conferência Magna abordou a necessidade de se redefinir o papel do Estado diante das crises globais e das transformações econômicas recentes. Além disso, foi discutida a urgência de políticas públicas que priorizem o social, superando a lógica financeira e de mercado. A reflexão destacou a importância de um Estado dinâmico, capaz de responder aos desafios contemporâneos. Defendeu-se, ainda, a atuação estatal como promotora de justiça social e desenvolvimento sustentável.
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Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024 (Segunda-feira)
O encerramento do dia destaca a importância de um Estado dinâmico para enfrentar crises globais, ressaltando a necessidade de uma visão integrada e de cooperação internacional. Defende ainda o papel central da educação e de uma coalizão global para promover soluções conjuntas.
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Rio de Janeiro, 23 de julho de 2024 (Terça-feira)
A mesa discutiu a urgência de reinventar o papel do Estado diante das crises climática, democrática, social e econômica, criticando tanto o modelo liberal quanto as limitações do Estado de bem-estar social. Destacou o papel estratégico do BNDES em liderar projetos inovadores como o Arco da Restauração da Amazônia, promovendo desenvolvimento sustentável e inclusão social, e ressaltou ainda a necessidade de cooperação global, legitimidade institucional e defesa ativa das instituições públicas contra retrocessos.
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Rio de Janeiro, 24 de julho de 2024 (Quarta-feira)
Diante de desafios globais sem precedentes, cresce a necessidade de os estados reformarem e modernizarem profundamente suas instituições, processos de formulação de políticas públicas e capacidades estatais, a fim de garantir uma governança eficaz e reduzir as desigualdades. Este painel explora maneiras de redesenhar proativamente as instituições para construir Estados resilientes e ágeis, adequados ao século XXI.
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Rio de Janeiro, 24 de julho de 2024 (Quarta-feira)
A ausência de debate sobre o Estado no G20 motivou o evento, buscando superar polarizações e valorizar o diálogo para construir o futuro. As políticas devem priorizar o cuidado, abrangendo todas as gerações e enfrentando crises climáticas. O Estado deve atuar nos territórios, cuidando dos espaços públicos e do digital, repensando o financiamento e a governança global. A inclusão na gestão pública exige um Estado que opere com medidas em escala, capacidade e aprendizado constante.
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