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O papel dos estados e o protagonismo do Brasil

O debate sobre o novo papel dos estados e a busca por uma nova governança global, temas centrais do evento, evidencia a necessidade urgente de adaptar as estruturas internacionais aos desafios do século XXI. Nesse contexto, a ascensão do Sul Global, acompanhada de suas legítimas demandas por maior representatividade e justiça, tem sido um fator decisivo para impulsionar a construção de uma governança global mais inclusiva e equitativa. As prioridades estabelecidas pelo G20 — como o combate à pobreza e à desigualdade, o desenvolvimento sustentável e a reforma da governança global — oferecem, assim, um espaço privilegiado para o diálogo, a cooperação e a construção de consensos em torno dessas transformações.

O protagonismo internacional do Brasil, evidenciado durante o evento “States of the Future”, reafirma o compromisso do país em liderar os esforços para a construção de um futuro mais justo e sustentável. Ao longo do encontro, foi enfatizada a importância da cooperação internacional, da inovação social e do fortalecimento das redes de proteção social como caminhos essenciais para enfrentar os desafios globais. Com sua trajetória consolidada em políticas sociais e uma visão voltada para o futuro, o Brasil reúne condições para exercer um papel estratégico na construção de uma nova governança global, capaz de promover o bem-estar de todos os cidadãos.

As relatorias a seguir apresentarão os principais temas relacionados à Nova Governança Global.

Abertura – Primeiro dia

Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024 (Segunda-feira)

Resumo da mesa

Mesa de abertura do evento States of the Future para discutir os principais desafios do futuro a partir de uma visão do Estado, abordando a importância do poder estatal na construção de um futuro sustentável, inclusivo e democrático, diante dos desafios globais do século XXI. O evento destacou o protagonismo do Sul Global, a urgência climática e o papel estratégico do Estado na proteção social e ambiental. Também ressaltou a centralidade das políticas públicas para garantir direitos e

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Abertura – Primeiro dia

Palavras De Abertura

Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024 (Segunda-feira)

Resumo da mesa

Fala introdutória da Ministra Esther Dweck para abrir as discussões da tarde e situar os delegados do G20 em relação ao States of the Future e à agenda de transformação estatal que permeia o evento. A relatoria abordou a necessidade de um Estado ativo e reformista para enfrentar crises globais e reduzir desigualdades. Destacou-se a importância da cooperação internacional, participação social e promoção de um desenvolvimento inclusivo e sustentável.

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Palavras De Abertura

Nova Governança Global: A Voz Do Sul

Rio de Janeiro, 24 de julho de 2024 (Quarta-feira)

Resumo da mesa

O sistema de governança global do século 20, consolidado em instituições como o Conselho de Segurança da ONU, o Banco Mundial e o FMI, tem sido alvo de críticas crescentes por não refletir a atual distribuição de poder econômico e político. À medida que a dinâmica de poder muda, este painel discute até que ponto os órgãos e as normas internacionais de tomada de decisão podem se tornar mais inclusivos, incorporando as vozes e os interesses dos países

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Nova Governança Global: A Voz Do Sul

Futuro do Estado e da Democracia

Rio de Janeiro, 26 de julho de 2024 (Sexta-feira)

Resumo da mesa

Face a desafios globais sem precedentes, existe um imperativo crescente para que os estados reformem e modernizem as instituições, os processos de elaboração de políticas e as capacidades para uma governança eficaz. Esta mesa de diálogo irá explorar caminhos para uma reformulação institucional proativa para construir estados resilientes e ágeis adequados para o século XXI.

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Futuro do Estado e da Democracia

Política Externa como Política Pública

Rio de Janeiro, 26 de julho de 2024 (Sexta-feira)

Resumo da mesa

A questão da importância da participação social na formulação e condução da política externa brasileira vem sendo discutida há bastante tempo. A partir de 2023, foi recuperada a proposta de se instituir um Conselho Nacional de Política Externa, integrado por representantes governamentais e organizações da sociedade civil. A proposta dessa mesa de diálogo é que se aprofunde o debate sobre qual seria o modelo mais adequado para se institucionalizar e colocar em prática essa instância de participação.

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Política Externa como Política Pública