Rio de Janeiro, 22 de julho de 2024 (Segunda-feira)
A Conferência Magna abordou a necessidade de se redefinir o papel do Estado diante das crises globais e das transformações econômicas recentes. Além disso, foi discutida a urgência de políticas públicas que priorizem o social, superando a lógica financeira e de mercado. A reflexão destacou a importância de um Estado dinâmico, capaz de responder aos desafios contemporâneos. Defendeu-se, ainda, a atuação estatal como promotora de justiça social e desenvolvimento sustentável.
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Rio de Janeiro, 24 de julho de 2024 (Quarta-feira)
A ausência de debate sobre o Estado no G20 motivou o evento, buscando superar polarizações e valorizar o diálogo para construir o futuro. As políticas devem priorizar o cuidado, abrangendo todas as gerações e enfrentando crises climáticas. O Estado deve atuar nos territórios, cuidando dos espaços públicos e do digital, repensando o financiamento e a governança global. A inclusão na gestão pública exige um Estado que opere com medidas em escala, capacidade e aprendizado constante.
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Rio de Janeiro, 25 de julho de 2024 (Quinta-feira)
A ausência de um debate sobre o papel do Estado no G20 motivou a realização do evento. A relatoria examina o papel do Estado em áreas como política industrial, diversidade, inclusão, automação e compras públicas, destacando o BNDES como um banco voltado para a inovação e o financiamento de projetos, com ênfase na Amazônia e nas demandas sociais. A criação da LCD, liderada por Alckmin, marca uma nova fase do BNDES, focando no apoio a programas como o
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Rio de Janeiro, 26 de julho de 2024 (Sexta-feira)
Face a desafios globais sem precedentes, existe um imperativo crescente para que os estados reformem e modernizem as instituições, os processos de elaboração de políticas e as capacidades para uma governança eficaz. Esta mesa de diálogo irá explorar caminhos para uma reformulação institucional proativa para construir estados resilientes e ágeis adequados para o século XXI.
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