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Mesa de Honra

Rio de Janeiro, 25 de julho de 2024 (Quinta-feira)

Relatoria 24

O Estado já foi concentrador de renda. Atualmente queremos um Estado verde, vegetal, inclusivo,
que respeite a diversidade e o meio ambiente.

Esther Dweck (Ministra, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos)

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) promoveu um debate paralelo ao G20 sobre desenvolvimento, culminando na Aliança Global contra a Fome, para discutir desafios geopolíticos, assimetrias de poder, desigualdades e crise climática, com especialistas e sociedade civil. A pandemia evidenciou a necessidade de um Estado forte e atuante, com o Cadastro Único como exemplo de sucesso, mas também a fragilidade da indústria, exigindo reconstrução de instrumentos e superação do desafio da plena industrialização. O Estado busca ser verde, inclusivo e voltado para o desenvolvimento do cidadão, promovendo vida digna para todos.

O Brasil pode ser o protagonista do clima, da transição energética e da indústria.

Geraldo Alckmin (Vice-Presidente da República e Ministro de Desenvolvimento da Indústria)

A democracia precisa ser fortalecida, e o desenvolvimento, com emprego, renda e proteção social, é essencial para a paz. O Brasil busca estabilidade, sustentabilidade e inclusão, com reformas tributárias para impulsionar o PIB e investimentos. O país tem compromisso com o combate às mudanças climáticas e a proteção das florestas, com queda no desmatamento e potencial para protagonismo climático e energético. O desenvolvimento inclusivo é crucial, com atenção à desigualdade e à relevância do trabalho humano, e o SUS é exemplo de universalismo. A indústria brasileira enfrenta desindustrialização precoce e dificuldades na exportação de valor agregado, exigindo reindustrialização sustentável e descarbonização. O custo de capital e a renovação de máquinas são fundamentais, com medidas do governo para facilitar o crédito e incentivar a indústria exportadora, buscando expandir o mercado na América Latina.

Essa é a nova fase do BNDES para contribuir para os programas do PAC e o Plano de Transição Ecológica.

Nelson Barbosa (Diretor do BNDES)

O debate abordou o papel do Estado na política industrial, inclusão e compras públicas. O BNDES, criado em 1952, passou de banco industrial a financiador da inovação e de projetos de infraestrutura, com destaque para o Fundo Amazônia e o Arco da Restauração. O banco busca se adaptar às demandas sociais, com a criação da LCD, liderada por Alckmin, para financiar programas como o PAC e o Plano de Transição Ecológica.

Resumo da mesa

A ausência de um debate sobre o papel do Estado no G20 motivou a realização do evento. A relatoria examina o papel do Estado em áreas como política industrial, diversidade, inclusão, automação e compras públicas, destacando o BNDES como um banco voltado para a inovação e o financiamento de projetos, com ênfase na Amazônia e nas demandas sociais. A criação da LCD, liderada por Alckmin, marca uma nova fase do BNDES, focando no apoio a programas como o

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PARTICIPANTES

Esther Dweck, Ministra, Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

Geraldo do Alckmin, Vice-Presidente da República e Ministro de Desenvolvimento da Indústria

Nelson Barbosa, Diretor do BNDES